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    Resenha: Beijo Traiçoeiro

    Com sua língua afiada e seu temperamento rebelde, Sage Fowler está longe de ser considerada uma dama — e não dá a mínima para isso. Depois de ser julgada inapta para o casamento, Sage acaba se tornando aprendiz de casamenteira e logo recebe uma tarefa importante: acompanhar a comitiva de jovens damas da nobreza a caminho do Concordium, um evento na capital do reino, onde uniões entre grandes famílias são firmadas.
    Para formar bons pares, Sage anota em um livro tudo o que consegue descobrir sobre as garotas e seus pretendentes — inclusive os oficiais de alta patente encarregados de proteger o grupo durante essa longa jornada. Conforme a escolta militar percebe uma conspiração se formando, Sage é recrutada por um belo soldado para conseguir informações.
    Quanto mais descobre em sua espionagem, mais ela se envolve numa teia de disfarces, intrigas e identidades secretas. E, com o destino do reino em jogo, a última coisa que esperava era viver um romance de tirar o fôlego.

    Eu vou ser sincera, eu não sabia o que esperar de "O Beijo Traiçoeiro" ele é um Young Adult misturado com um romance de época, é uma combinação que eu não tinha visto antes e surpreendentemente deu certo para mim.

    Em "O Beijo Traiçoeiro" conhecemos Sage Fowler, uma orfã que foi criada por seu tio, mas que é extremamente inteligente e perspicaz para a sua idade. Quando chega a idade de se casar, seu tio a envia para a casamenteira, mas esta a recusa como noiva, e oferece uma vaga como sua aprendiz. Assim, ela embarca em uma viagem com a casamenteira  e uma comitiva de jovens damas rumo ao Concordium, o maior evento na capital, onde casamentos são arranjados e uniões formadas.

    Resenha: Entre Irmãs

    Nos anos 1920, as órfãs Emília e Luzia são as melhores costureiras de Taquaritinga do Norte, uma pequena cidade de Pernambuco. Fora isso, não podiam ser mais diferentes.
    Morena e bonita, Emília é uma sonhadora que quer escapar da vida no interior e ter um casamento honrado. Já Luzia, depois de um acidente na infância que a deixou com o braço deformado, passou a ser tratada pelos vizinhos como uma mulher que não serve para se casar e, portanto, inútil.
    Um dia, chega a Taquaritinga um bando de cangaceiros liderados por Carcará, um homem brutal que, como a ave da caatinga, arranca os olhos de suas presas. Impressionado com a franqueza e a inteligência de Luzia, ele a leva para ser a costureira de seu bando.
    Após perder a irmã, a pessoa mais importante de sua vida, Emília se casa e vai para o Recife. Ali, em meio à revolução que leva Getúlio Vargas ao poder, ela descobre que Luzia ainda está viva e é agora uma das líderes do bando de Carcará.
    Sem saber em que Luzia se transformou após tantos anos vagando por aquela terra escaldante e tão impiedosa quanto os cangaceiros, Emília precisa aprender algo que nunca lhe foi ensinado nas aulas de costura: como alinhavar o fio capaz de uni-las novamente.

    Entre irmãs é um livro da escritora brasileira Frances de Pontes Peebles, contudo foi originalmente escrito em inglês e foi publicado anteriormente a adaptação com A costureira e o cangaceiro, apresentando as verdadeiras heroínas que vivem e sobrevivem as adversidades da vida causada pela busca de seus sonhos no agreste Nordestino. 

    Na historia Emília é a sonhadora, que deseja fugir da seca e miséria de sua cidadezinha e ir para a capital, onde poderia ter um casamento que a proporcionasse luxo. Já Luzia, apelidada de Vitrola por seu braço deformado, exibe tamanha franqueza e inteligência capaz de suprimir a visão de inútil que as pessoas a dava, e junto com sua irmã eram conhecidas como as melhores costureiras da pequena cidade. Contudo, suas vidas mudam com a chegada do bando de cangaceiros de Carcará. 

    Resenha: A Mulher Na Janela

    Anna Fox mora sozinha na bela casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma fobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo (muito) vinho, assistindo a filmes antigos, conversando com estranhos na internet e... espionando os vizinhos. Quando os Russells – pai, mãe e o filho adolescente – se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela família perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê na casa deles algo que a deixa aterrorizada e faz seu mundo – e seus segredos chocantes – começar a ruir. Mas será que o que testemunhou aconteceu mesmo? O que é realidade? O que é imaginação? Existe realmente alguém em perigo? E quem está no controle? Neste thriller diabolicamente viciante, ninguém – e nada – é o que parece. "A Mulher Na Janela" é um suspense psicológico engenhoso e comovente que remete ao melhor de Hitchcock.        

    Não é segredo para ninguém que eu sou apaixonada em thrillers, sejam eles quais forem, então imaginem a minha surpresa quando a Arqueiro lançou esse livro uns meses atras, logico que eu fui correndo para garantir o meu e fico feliz em dizer que não me arrependi nenhum um pouco.

    " A Mulher na Janela" é um thriller psicológico, a historia é contada em primeira pessoa por Anna Fox, uma psicologa que sofre de agorafobia, ela tem pavor de lugares abertos e multidões e isso faz com que ela se tranque em casa e distancie da família. Com muito tempo livre, ela passa a ter como passatempo observar seus vizinhos e o movimento na rua, de tanto fazer isso ela já sabe que a esposa do 212 trai o marido com um engenheiro e que uma nova família se mudou para o 207 e ainda degusta uma ou duas taças de Merlot entre uma espiada e outra. Surpreendentemente ela acaba fazendo amizade com Jane a nova inquilina do 207 porém em uma noite ela vê algo que a deixa transtornada, tenta de todo o jeito ajudar, mas depois da ajuda aparecer lhe dizem que tudo aquilo foi coisa de sua cabeça, mas não pode ter sido, ela viu, não viu? 

    Resenha: Eu Perdi o Rumo

    O novo romance de Gayle Forman, autora dos best-sellers Se Eu Ficar e Eu Estive Aqui.
    Suas obras já venderam mais 9 milhões de livros pelo mundo.
    Freya perdeu a voz no meio das gravações de seu álbum de estreia. Harun planeja fugir de casa para encontrar o garoto que ama. Nathaniel acaba de chegar a Nova York com uma mochila, um plano elaborado em meio ao desespero e nada a perder.
    Os três se esbarram por acaso no Central Park e, ao longo de um único dia, lentamente revelam trechos do passado que não conseguiram enfrentar sozinhos. Juntos, eles começam a entender que a saída do lugar triste e escuro em que se acham pode estar no gesto de ajudar o próximo a descobrir o próprio caminho.
    Contado a partir de três perspectivas diferentes, o romance inédito de Gayle Forman aborda o poder da amizade e a audácia de ser fiel a si mesmo. Eu Perdi o Rumo marca a volta de Gayle aos livros jovens, que a consagraram internacionalmente, e traz a prosa elegante que seus fãs conhecem e amam.


    Em Eu Perdi o Rumo conhecemos a historia de três jovens que não tinham nada a ver uns com os outros, viviam vidas diferentes, com pessoas diferentes mas que por força do destino (ou de uma queda) eles se encontram, e a partir desse momento compartilham uns com uns outros um pouco de sua historia, problemas e traumas. Sem saber que as vezes tudo o que você precisa para se curar é alguém que te ouça e que esteja lá para você nos momentos difíceis (mesmo que seja invadindo um prédio)

    Frey é uma cantora famosa que esta a um passo de lançar um grande álbum, mas que misteriosamente perdeu a voz, com isso ela não sabe mais o que fazer, afinal tudo o que ela tem é a musica, até mesmo sua irmã se afastou por causa de sua carreira, e andando no parque depois de sair da gravadora ela acaba caindo em cima de Nathaniel e Harun que estava perto os veio socorrer. 

    Resenha: Os Quase Completos


    O Quase Doutor é um renomado cardiologista que passa os dias em um hospital, mas no fundo é um artista frustrado. A Quase Viúva é uma professora que está de licença do trabalho para ficar com o noivo, em coma após um grave acidente. O Quase Repórter é um jornalista decepcionado com a profissão que sofre há mais de um ano pelo suicídio da esposa. A princípio, a única coisa que essas pessoas têm em comum é a sensação de incompletude e de desilusão com a vida.
    Até que, um dia, o Quase Doutor é persuadido por um velho desconhecido a embarcar com ele em um ônibus rumo a uma jornada para se reconciliar com seu passado. Logo a viagem se transforma em uma aventura extraordinária e, em meio a fenômenos como uma chuva de estrelas cadentes, ele precisa fazer escolhas que mudarão seu destino para sempre.
    Enquanto isso, eventos misteriosos levam a Quase Viúva a suspeitar que alguém dentro do hospital quer matar seu noivo e uma pesquisa minuciosa do Quase Repórter revela que sua esposa pode ter sido assassinada. Quando os dois tentam descobrir a verdade sobre seus amados, tudo leva a crer que a resposta está dentro do ônibus do Quase Doutor.
    Reunidos num lugar que nunca imaginaram existir, os três serão forçados a enfrentar seus maiores medos e verão que, para se tornarem completos, precisarão encarar a batalha mais difícil de todas: aquela que travamos com nós mesmos.

    Quando eu solicitei o "Os quase completos" eu já esperava uma história que iria me cativar e me fazer refletir, afinal na própria sinopse você já fica impactado.

    No livro conhecemos a história de vários personagens diferentes, temos uma quase viuvá, um quase repórter e um quase doutor, todos de certa forma incompletos, seja pela falta de alguém que amam ou pelo fato de que estão infelizes com sua vida atual. Eu particularmente acredito que a historia seria muito mais dinâmica e surpreendente se você souber o menos possivel dela, então não vou entrar em detalhes na historia.

    A jornada interior deles é o que mais se destacou no livro, eles estavam infelizes com o modo que viviam a vida, mas estavam em uma comodidade tao grande que não davam um passo para mudar. De certa forma eu me identifiquei muito com todos os personagens, mas principalmente, com o quase artista. Ele tinha uma carreira sólida na medicina, mas seu sonho sempre foi se tornar um artista. Por obra do acaso ou do destino ele embarca em um ônibus com outras pessoas que estão em uma situação parecidas com ele e passa a questionar tudo o que ele viveu até agora.

    "Nunca se limite ao "quase". Não há nada mais deprimente do que beirar um sonho e jamais alcança-lo. A arte é o que te completa. O que te preenche. Isso quer dizer que se você escolher ser um "quase artista", você sempre será um "quase completo". E, seno um "quase completo", você será sempre um quase feliz."

    A escrita do autor é intensa e deliciosa, a cada pagina novas coisas aconteciam. De maneira geral o livro me agradou muito e me trouxe profundas reflexões, mas em alguns momentos eu senti que o autor se perdeu um pouco já história, ela acaba indo por rumos que eu não imaginava e que em alguns momentos não fazia muito sentindo, mas no final tudo se encaixou e a historia caminhou para um desfecho que me marcou bastante. 

    Quantas vezes nos sentimos satisfeitos com um quase? Com quase ter tirado um dez na prova, com um quase namorado, uma quase faculdade que você queira ou até mesmo com quase amigos?

    Por muitos momentos nos satisfazemos apenas com isso, seja por medo de perder algo ou apenas por comodidade mesmo, esse livro é um verdadeiro tapa na cara das pessoas que deixam as coisas quase completas, como eu. Com certeza é uma leitura que me marcou muito e que eu recomendo.

    "O grande defeito dos seres humanos está em ter mais medo de alcançar seus sonhos do que vontade de conquistá-los.


    Resenha: A Duquesa Feia


    Como ela ousa achar que ele a ama, quando Londres inteira a chama de Duquesa Feia?
    Theodora Saxby é a última mulher com quem se poderia esperar que o lindo James Ryburn, herdeiro do ducado de Ashbrook, se casasse. Mas depois de um pedido romântico feito na frente do próprio príncipe, até a realista Theo se convence de que o futuro duque está apaixonado.
    Ainda assim, os tablóides dizem que a união não durará mais do que seis meses.
    Em seu íntimo, Theo acredita que os dois ficarão juntos para sempre até que ela descobre que o que James desejava não era seu amor, mas seu dote.
    E a sociedade, que primeiro se chocou com seu casamento, se escandaliza com sua separação. Agora James precisará enfrentar a batalha de sua vida para convencer Theo que ele amava a patinha feia antes que ela se transformasse em cisne. E Theo logo descobrirá que, para um homem com alma de pirata, vale tudo no amor – e na guerra. 

    Eu já tive a oportunidade de ler um livro da Eloisa James e foi justamente o livro anterior dessa série e posso dizer que mais uma vez a autora me surpreendeu com a sua escrita e sensibilidade ao tratar de assuntos que muitas vezes machucam muitas pessoas. 

    No A Duquesa Feia conhecemos a história de Theodora Saxby, ou somente Daisy, que é como James a chamava, seu querido amigo de infância e única pessoa que a conhecia como ninguém. Ela é diferente das outras moças de sua idade, enquanto elas estão preocupadas em se manter na linha, delicadas e arrumar um bom partido, Daisy quer chamar a atenção e com isso conseguir o olhar de um certo cavalheiro em especial. 

    O pai de James vendo que Daisy estava em época de se casar, pressiona o filho a pedir a mãe dela em casamento, já que eles estão praticamente falidos pois ele gastou quase toda a fortuna da família e Daisy não conseguiria nada melhor, por ser considerada a patinho feio da temporada. Mas James não faria algo como se casar por dinheiro, faria?

    Resenha: A Luz Que Perdemos



    Lucy e Gabe se conhecem na faculdade na manhã de 11 de setembro de 2001. No mesmo instante, dois aviões colidem com as Torres Gêmeas. Ao ver as chamas arderem em Nova York, eles decidem que querem fazer algo importante com suas vidas, algo que promova uma diferença no mundo.

    Quando se veem de novo, um ano depois, parece um encontro predestinado. Só que Gabe é enviado ao Oriente Médio como fotojornalista e Lucy decide investir em sua carreira em Nova York.
    Nos treze anos que se seguem, o caminho dos dois se cruza e se afasta muitas vezes, numa odisseia de sonhos, desejo, ciúme, traição e, acima de tudo, amor. Lucy começa um relacionamento com o lindo e confiável Darren, enquanto Gabe viaja o mundo. Mesmo separados pela distância, eles jamais deixam o coração um do outro.
    Ao longo dessa jornada emocional, Lucy começa a se fazer perguntas fundamentais sobre destino e livre-arbítrio: será que foi o destino que os uniu? E, agora, é por escolha própria que eles estão separados?
    A Luz Que Perdemos é um romance impactante sobre o poder do primeiro amor. Uma ode comovente aos sacrifícios que fazemos em nome dos ­nossos sonhos e uma reflexão 
    sobre os extremos que perseguimos em nome do amor.

    Sabe aquele livro que antes mesmo de ler a primeira pagina você já sabe que vai se emocionar muito e chorar? Esse é um daqueles livros.

    A Luz Que Perdemos conta a história de Lucy e Gabe, que se conhecem na faculdade em que estudavam em Nova Iorque, no dia do atentado terrorista de setembro de 2001. O livro é narrado por Lucy em segunda pessoa, onde ela conta seu ponto de vista como se escrevesse um diario endereçado a Gabe, relembrando desde os meses que passaram juntos até 17 anos depois do primeiro encontro.

    Após se conhecerem, ambos começam um relacionamento que marca os dois por toda a vida. Contudo, a diferença de perspectiva e dos planos ´para o futuro faz com que Lucy e Gabe se penguntem se estavam preparados para deixar seus sonhos para continuar juntos. E os dois decidem que não poderiam deixar toda a carreira e planos de lado.

    Conforme avançamos a leitura, é perceptivel que o termino do relacionamento abalou bastante Lucy, que parece não ter se recuperado mesmo depois de anos. Já Gabe parece ter usado as frustrações do rompimento como inspiração na sua carreira de fotojornalista no Oriente Médio.

    Resenha: Querido Dane-se Kéfera Buchmann

    Olá pessoal, voltamos hoje com essa resenha incrível sobre este livro que eu, particularmente, gostei bastante. Querido Dane-se, da famosa youtuber Kéfera Buchmann, que nos mostra seus dotes como atriz, e agora também como escritora. Este livro não é como seus dois primeiros exemplares publicados, desta vez ela se aventurou em um romance, uma trama bem atual, com uma pitada de drama e muito humor.




    O livro retrata a história de Jussara (Sara), uma mulher de 26 anos, costureira, que trabalha em um ateliê. Ela sonha em fazer seus próprios modelos e criar sua própria marca. Em meio a história, ela entra em vários conflitos consigo mesma quando Henrique (seu namorado), decide terminar o relacionamento por meio do Whatsapp. Sofrendo por ainda amá-lo, sentindo que o tempo está passando rápido demais, e que deveria estar a caminho de um futuro casamento, até no máximo os seus 30 anos, Sara entra em parafuso e começa a fazer terapia para tentar lidar com tudo isso e seguir em frente, a terapeuta sugere que ela faça um diário para escrever sobre o seu dia, expressar seus sentimentos e assim ela faz. Mas o que ela não esperava, era reencontrar o ex e ter que conviver com ele diariamente em uma situação em que ela jamais imaginaria.


                                      " Oi Diário, "Querido" é o Cac*#@*"


    A história gira em torno de poucos personagens, sendo os principais Jussara (Sara), Henrique e Denise. E os secundários: Helena Bissot, Gio Bresser e Matheus.

    Jussara se mostra como sendo sempre muito engraçada e fazendo piadas de si própria o tempo todo, mas, ao mesmo tempo, é também uma mulher carente, insegura, que não conhecia os próprios gostos e não sabia ficar sozinha. Henrique, por sua vez, não teve um destaque tão grande assim na trama, apesar de se mostrar um cara legal e até bem romântico, mas que, posteriormente, deu mostras de ser muito ambicioso e interesseiro. Denise, a melhor amiga de Jussara, era sempre muito preocupada e dava muitos conselhos a amiga, inclusive sobre a importância de ela se sentir bem consigo mesma e ser feliz sozinha antes de embarcar em um relacionamento atrás do outro.

    Helena Bissot, chefe de Jussara, era egoísta e focada apenas no trabalho, queria ver o crescimento de sua marca, não se importando com seus funcionários e o desenvolvimento deles. Gio Bresser, uma socialite rica e poderosa, mas com um coração incrível, que viu em Jussara uma excelente profissional e um futuro potencial pro mundo da moda, não mediu esforços para ajudá-la. E por fim Matheus, um verdadeiro "príncipe encantado", muito doce gentil e atencioso, fica completamente apaixonado por ela. Mas Sara enfim percebe que o que ela precisa é se conhecer primeiramente, antes de embarcar em uma nova paixão. 




    O livro é bem envolvente, com uma pegada bem jovem e com sacadas bem irreverentes e típicas da autora. O foco do livro gira em torno do auto conhecimento, relacionamentos e realização profissional. Adorei a capa, bem moderna e em tons chamativos, folhas amareladas e envelhecidas, fonte grande e de agradável leitura, a edição também ficou ótima! É um livro bem objetivo bem dinâmico, do jeito que eu gosto.


    Eu indico este livro para quem gosta de histórias que motivam e nos deixam alguma lição, algo que nos faça refletir sobre a nossa própria vida, isso é incrível! Venha se aventurar nesse romance, e se identificar com essa protagonista tão peculiar e tão real ao mesmo tempo. Com um final inesperado e uma mensagem para nos fazer refletir. O quanto você se conhece?


    " Quem é você Sara?"

                                                     
    Editora: Paralela || Autora: Kéfera Buchmann || Páginas: 224 || Onde comprar || Skoob

    Resenha: Batman - Criaturas da Noite

    As criaturas da noite estão caçando a elite de Gotham. Bruce Wayne é o seu novo alvo.
    Bruce Wayne está prestes a completar 18 anos e herdar a fortuna de sua família, além do controle das indústrias Wayne. No entanto, no dia do seu aniversário, ele faz uma escolha impulsiva e é condenado a prestar serviço comunitário no Asilo Arkham, uma mescla de prisão e hospital psiquiátrico onde estão detidos os criminosos mais desequilibrados da cidade.
    Lá ele conhece Madeleine, integrante das Criaturas da Noite, um grupo radical que deseja acabar com a elite de Gotham. Até então, a moça se recusava a confessar seus crimes ou informar à polícia os futuros ataques que planejavam, mas ela resolve se abrir para Bruce Wayne, dando início a um perigoso jogo de sedução e inteligência.
    Será que o jovem Wayne vai conseguir convencê-la a revelar todos os seus segredos ou ela está apenas manipulando-o para arruinar Gotham? Enquanto o golpe final das Criaturas da Noite se aproxima, Bruce percebe que não é tão diferente de Madeleine. E, mesmo longe de se tornar o Cavaleiro das Trevas, precisará provar que está preparado para deter uma das maiores ameaças que Gotham já presenciou.

    Eu sempre gostei de filmes e séries de super-heróis, mas ter contato com livros e HQs pra mim é novidade. Particularmente sempre achei o Batman fascinante, ele tem um lado misterioso e que não mostra pra muitos e estava muito curiosa para saber como isso seria desenvolvido no livro, principalmente por se tratar do Bruce Wayne, com 18 anos e que ainda estava longe de se tornar o morcego de Gotham.

    Em "Batman-Criaturas da Noite" conhecemos um pouco mais o jovem Bruce Wayne, como era a vida dele quando tinha 18 anos e como ele superou a morte de seus pais. Ele é um jovem que busca ser o filho que seus pais desejariam, fazendo caridade como a sua mãe e participando da empresa como seu pai. Mesmo jovem, é muito inteligente e sabe se impor nas situações necessárias, não levando desaforo pra casa, mas ao mesmo tempo é reservado e só se abre para seus dois melhores amigos e seu tutor. 

    Porém sua vida calma é abalada quando acidentalmente entra em uma perseguição atrás de um ladrão e com isso é obrigado a prestar serviço comunitário no Asilo Arkham, um lugar onde os piores criminosos estão presos, inclusive a recém- capturada que faz parte do grupo Criaturas da Noite, um equipe que tem como meta matar e roubar os mais ricos de Gotham e isso inclui Bruce Wayne.

                            "- Para alguém que tem tudo, há trevas em seu coração."

    Se fosse necessário escolher apenas uma palavra para o livro seria fascínio, eu nunca tinha me aprofundado tanto na historia de um super herói  e gostei muito do que encontrei. A autora conseguiu penetrar na mente de um personagem que muitos acham sombrio e fechado e acertou em cada detalhe na historia, juntando tudo o que eu vi do personagem nos filmes, série e HQs eu consigo muitas informações a respeito da personalidade  e historia do herói. 

    A historia dos vilões é de certa forma coerente, eles tem uma historia que condiz com o objetivo deles, pelo menos de alguns, e apesar de serem vilões eu consegui ver a humanidade na Madeleine, que é a que o Bruce mais tem contato. Ela tem seus segredos, cicatrizes e sua cota de maldade, mas mesmo assim é possivel enxergar um lado bom nela.

    O livro é bem pequeno, então a leitura fluiu muito rápido e eu me deliciei com a leitura do livro. Como disse anteriormente a autora conduziu com maestria a historia, eu consegui ler o livro em uma só sentada, apesar dele ter uma certa carga dramática. A parte física do livro está linda, em cada inicio de capitulo temos a imagem do Batman, as folhas são amareladas, de uma textura bem delicada e as letras estão de um tamanho bom pra leitura. 



    Resenha: Em Pedaços

    Nessa recontagem moderna de a Bela e a Fera, Lauren Layne nos traz uma história irresistível de perdão, cura e, acima de tudo, amor.
    Aos 22 anos, Olivia Middleton tem Nova York aos seus pés. Por fora, ela é a garota perfeita — linda, inteligente e caridosa. Mas por dentro ela guarda um segredo terrível: um erro que a afastou das duas únicas pessoas que realmente importavam na sua vida. Determinada a esquecer o passado, ela deixa Manhattan e vai trabalhar como cuidadora de um soldado recémchegado da guerra.
    Mas o que ela não esperava era que seu paciente fosse um jovem enigmático de 24 anos tão amargurado quanto cativante.
    Paul Landon está furioso — com o mundo, com a vida, com o seu pai e, acima de tudo, consigo mesmo. Depois de sofrer na pele os horrores da guerra do Afeganistão, a última coisa que ele quer é a companhia de uma princesa novaiorquina linda, mimada e irritante.
    A presença de Olivia parece tóxica para Paul, mas ele não consegue afastála, mesmo tentando muito. Por mais que lutem contra uma atração intoxicante, Paul e Olivia não conseguem se manter distantes. Agora, precisam decidir: eles vão ajudar um ao outro a curar as feridas do passado ou vão se manter, para sempre, em pedaços? CONTEÚDO ADULTO.

    Eu fiquei muito tempo afastada do blog e do mundo literário, a vida esta corrida e eu acabei desanimando um pouco, mas espero que esse sentimento não dure muito ou se repita, porque eu simplesmente amo isso aqui. E fico muito feliz de ter tido um tempinho (madrugada cof cof) para conseguir ler esse livro incrível que é o "Em Pedaços" e trazer resenha pra vocês.

    No livro conhecemos dois personagens com vidas muito diferentes, mas que ao mesmo tempo estão passando por situações complicadas e conflitos interiores. Olivia precisa dar um tempo de tudo e todos que conhece, ela cometeu um erro que levou pra longe duas das pessoas que ela mais amou em toda a vida e acredita com todas as forças que precisa de penitencia, então decide largar a faculdade de administrações no ultimo ano para virar cuidadora de um veterano de guerra. Ela acredita com todas as forças que vai encontrar um velho ranzinza e babão e que essa vai ser a vida dela agora em diante, e fica muito surpresa ao encontrar um homem apenas dois anos mais velho que ela, mas que já viu e sofreu mais coisas do que ela pode imaginar, e as cicatrizes em sua pele são a prova disso. Podem duas pessoas com temperamentos tão diferentes podem se entenderem e juntos espantarem os fantasmas de seus passados?  

    Resenha: O Voo da Vespa

    Freya é o nome da deusa nórdica do amor. Também é o codinome da mais recente invenção nazista, de acordo com uma mensagem interceptada pelas forças aliadas. A inteligência britânica desconfia que é graças a ela que os alemães estão conseguindo abater os bombardeiros ingleses a uma velocidade tão alarmante. Hermia Mount, uma analista do MI6, é recrutada para ajudar a descobrir qual é essa nova arma. Tendo morado a vida inteira na Dinamarca, ela possui contatos valiosos que poderão auxiliá-la em sua missão. Do outro lado do mar do Norte, numa ilha dinamarquesa ocupada pelos alemães, o estudante Harald Olufsen descobre uma instalação estranha dentro da base militar nazista. Ele não sabe o que é, mas não se parece com nada que já tenha visto, e ele precisa contar para alguém. Em Copenhague, o detetive Peter Flemming colabora com os alemães para desvendar quem está repassando informações de dentro do país nórdico para os aliados britânicos. Numa Europa praticamente dominada pela Alemanha, a vida dessas três pessoas se entrelaça de forma irreversível, e quando um decrépito avião bimotor se transforma no único meio de fazer a verdade chegar até as forças aliadas, o destino delas poderá mudar o rumo da guerra - e da história

    O voo da vespa é uma história ambientada na Segunda Guerra mundial, e como o próprio livro diz em suas primeiras páginas “Parte do que se segue realmente aconteceu”. E por se tratar de fatos reais, a quantidade de personagens que compõe a história pode ser um problema de início, cada um tem seu papel importante para os fatos e lembrar de cada um fica meio complicado. 

    Nesse livro, vemos o tema da segunda guerra vista longe dos campos de batalha. O foco é a espionagem e como pessoas da inteligência trabalhavam para estar sempre um passo a frente do inimigo, ou como uma arma secreta poderia ser a peça chave para um desfecho. Que é o caso de Freya, codinome dado para a arma secreta nazista contra-ataques aéreos. 

    Como dito, há muitos personagens, mas todos são muito bem representados e humanizados. Um bom exemplo é o detetive Peter Flemming, que ora me cativava com seu senso de justiça ora me irritava em certas decisões. E tambem Hermia Mount, que é uma espiã de um grupo chamado Vigilantes Noturnos. O modo como Hermia se porta, mesmo sendo da década de 40, nos faz refleti bastante sobre o quanto inteligência e determinação de nada valia se você for uma mulher em épocas como essa. 

    Resenha: Outlander- A Viajante do Tempo

    Em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, a enfermeira Claire Randall volta para os braços do marido, com quem desfruta uma segunda lua de mel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de pedras, no qual testemunha rituais misteriosos. Dias depois, quando resolve retornar ao local, algo inexplicável acontece: de repente se vê no ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros.
    Tão logo percebe que foi arrastada para o passado por forças que não compreende, Claire precisa enfrentar intrigas e perigos que podem ameaçar a sua vida e partir o seu coração. Ao conhecer Jamie, um jovem guerreiro das Terras Altas, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao marido e o desejo pelo escocês. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar ao presente?

    Após longos ano afastados pela guerra, Claire e Frank Randall decidem sair em uma segunda lua de mel, em busca de tentarem se aproximarem novamente. Claire é uma personagem forte e bastante decidida e que demonstra amar muito seu marido. E se vê perdida na súbita monotonia após voltar das campanhas nos campos da guerra. 

    Enquanto seu marido Frank, que é um historiador viciado em desenterrar acontecimentos, passa um bom tempo com um reverendo da região, Claire então decide começar um novo hobbie com ervas. E é nessa procura por plantas medicinais que a nossa personagem encontra um círculo de pedra na colina de Craigh na Dun e acaba voltando no tempo, mais exatamente na Escócia de 1743. 

    E a partir desse ponto em diante a história é totalmente eletrizante e super fluida, a autora consegue misturar fatos históricos com fictícios com maestria, prendendo na leitura, que apesar de ter mais de 800 páginas, vai acontecendo de forma rápida e bem desenvolvida. 

    Resenha: A Pérola Que Rompeu a Concha

    Filhas de um viciado em ópio, Rahima e suas irmãs raramente saem de casa ou vão à escola em meio ao governo opressor do Talibã. Sua única esperança é o antigo costume afegão do bacha posh, que permite à jovem Rahima vestir-se e ser tratada como um garoto até chegar à puberdade, ao período de se casar. Como menino, ela poderá frequentar a escola, ir ao mercado, correr pelas ruas e até sustentar a casa, experimentando um tipo de liberdade antes inimaginável e que vai transformá-la para sempre. Contudo, Rahima não é a primeira mulher da família a adotar esse costume tão singular. Um século antes, sua trisavó Shekiba, que ficou órfã devido a uma epidemia de cólera, salvou-se e construiu uma nova vida de maneira semelhante. A mudança deu início a uma jornada que a levou de uma existência de privações em uma vila rural à opulência do palácio do rei, na efervescente metrópole de Cabul. A pérola que rompeu a concha entrelaça as histórias dessas duas mulheres extraordinárias que, apesar de separadas pelo tempo e pela distância, compartilham a coragem e vão em busca dos mesmos sonhos. Uma comovente narrativa sobre impotência, destino e a busca pela liberdade de controlar os próprios caminhos.

    Eu sempre gostei de ler livros sobre diferentes culturas, conhecer realidades que não eram as minhas e saber o que as outras pessoas fazem ou passam pelas outras partes do mundo, mas nada podia me preparar para as historias que eu encontrei nesse livro. 

    Em A Pérola Que Rompeu a Concha conhecemos a historia de duas mulheres separadas por gerações, uma vive durante o regime opressor do Talibã e a outra em meio a guerra de independência do Afeganistão, mas com historia muito similares. Rahima é filha do meio de cinco irmãs, sua familia sempre culpou sua mãe por não ter dado herdeiros (homens) e sempre dificultaram a vida de todos.

    "Às vezes, porém, é preciso desafias as convenções, suponho. Às vezes, é preciso se arriscar quando se deseja muito alguma coisa."

    Resenha: Um Beijo à Meia-Noite

    Kate Daltry é uma jovem de 23 anos que não costuma frequentar os salões da alta sociedade. Desde a morte do pai, sete anos antes, ela se vê praticamente presa à propriedade da família, atendendo aos caprichos da madrasta, Mariana. Por isso, quando a detestável mulher a obriga a comparecer a um baile, Kate fica revoltada, mas acaba obedecendo. Lá, conhece o sedutor Gabriel, um príncipe irresistível. E irritante. A atração entre eles é imediata e fulminante, mas ambos sabem que um relacionamento é impossível. Afinal, Gabriel já está prometido a outra mulher – uma princesa! – e precisa com urgência do dote milionário para sustentar o castelo. Ele deveria se empenhar em cortejar sua futura esposa, não Kate, a inteligente e intempestiva mocinha que se recusa a bajulá-lo o tempo todo. No entanto, Gabriel não consegue disfarçar o enorme desejo que sente por ela. Determinado a tê-la para si, o príncipe precisará decidir, de uma vez por todas, quem reinará em seu castelo. Um beijo à meia-noite é um conto de fadas inspirado na história de Cinderela. Com um estilo que combina graça, encanto e sedução, Eloisa James escreve uma narrativa envolvente, com direito a fada madrinha e sapatinho de cristal.

    Eu nunca fui muito chegada a romances de época e já tinha ouvido algumas criticas negativas a respeito desse livro, então fui com expectativas bem baixas e imaginem o tamanho da minha surpresa quando encontrei um enredo e personagens que me encantaram do inicio ao fim.

    Em Um Beijo à Meia- Noite conhecemos Kate, uma garota que perdeu a mãe muito jovem e logo depois seu pai se casou de novo e quando o mesmo morreu, sua madrasta a passou a tratar como emprega e a deixou responsável pela manutenção da propriedade onde viviam. Contudo, ela sempre teve uma relação muito boa com sua meia-irmã, Victoria e quando esta acaba sofrendo um pequeno incidente dias antes de ir a um baile muito importante com seu noivo, Kate concorda em tomar seu lugar e fingir para que é Victoria para a mesma conseguir aprovação para se casar. Lá conhece Gabriel, um príncipe que atrai olhares por onde passa, incluindo o de Kate, mas tem um problema, ele esta noivo e precisa do dote da princesa para salvar o castelo onde vive, mas se sente profundamente atraído por Kate, a garota orfã, agora ele vai ter que tomar um decisão que pode mudar a vida de todos.

    Resenha: O Coração da Esfinge


    Lily Young achou que viajar pelo mundo com um príncipe egípcio tinha sido sua maior aventura. Mas a grande jornada de sua vida ainda está para começar.
    Depois que Amon e Lily se separaram de maneira trágica, ele se transportou para o mundo dos mortos – aquilo que os mortais chamam de inferno. Atormentado pela perda de seu grande e único amor, ele prefere viver em agonia a recorrer à energia vital dela mais uma vez.
    Arrasada, Lily vai se refugiar na fazenda da avó. Mesmo em outra dimensão, ela ainda consegue sentir a dor de Amon, e nunca deixa de sonhar com o sofrimento infinito de seu amado. Isso porque, antes de partir, Amon deu uma coisa muito especial a ela: um amuleto que os conecta, mesmo em mundos opostos.
    Com a ajuda do deus da mumificação, Lily vai descobrir que deve usar esse objeto para libertar o príncipe egípcio e salvar seus reinos da escuridão e do caos. Resta saber se ela estará pronta para fazer o que for preciso.
    Nesta sequência de O Despertar do Príncipe, o lado mais sombrio e secreto da mitologia egípcia é explorado com um romance apaixonante, cenas de tirar o fôlego e reviravoltas assombrosas.

    Eu tive uma experiencia muito positiva com O Despertar do Príncipe, que é o primeiro livro da trilogia Deuses do Egito e estava ansiosa para poder conferir a continuação, apesar de alguns comentários negativos em relação ao comportamento da protagonista. A resenha pode conter spoilers do livro anterior.

    O Coração da Esfinge começa um pouco depois do fim de O Despertar do Príncipe, quando Lily volta pra casa e tenta seguir a vida mesmo depois de tudo que passou, mas ela começa a se encontrar com a Amon nos sonhos e descobre que ele abdicou de seu posto como protetor do Cosmo e saltou para o além, um lugar onde monstros e almas perdidas vagam sem rumo. Com isso Anubis aparece em seu quarto e pede sua ajuda, pois se Amon não voltar para seu posto, tudo vai estar perdido. Mas antes dela entrar no além ela vai ter que passar por uma série de enigmas e desafios para se tornar uma esfinge, uma criatura meio leoa e meio mulher, coisa que nenhuma mortal já conseguiu.

    “Ver o nascer do sol é abraçar a vida. O por do sol é onde você vai encontrar a morte.”
      

    Resenha: A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista

     Com uma certa atmosfera de Um dia, mas voltado para o público jovem adulto, A probabilidade estatística do amor à primeira vista é uma história romântica, capaz de conquistar fãs de todas as idades. Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.
    Eu vou ser sincera com vocês, meu ano de 2017 não foi bom para leituras e 2018 já foi começando assim, mas tudo mudou quando eu comecei a ler esse livro que estou resenhando. Ele inaugurou meu ano com chave de ouro e fez eu perceber através da leitura diversas coisas que são importantes na vida e que geralmente não prestamos atenção ou não damos valor e tudo isso numa historia de arrancar suspiros e conquistar corações.














    Resenha: Mentiras Como o Amor

    Audrey sabe que sua mãe está certa quando tenta salvá-la de si mesma. Ela sabe que tem sido injusta, por isso precisa, por seu irmão mais novo e por sua mãe, seguir em frente. Audrey tenta manter todos felizes. Juntos, eles estão em busca de dias melhores.
    A mãe de Audrey, à sua maneira, tenta ajudar a filha a controlar a doença para que ela possa encontrar um recomeço seguro.
    Então Audrey conhece Leo, mas ele torna a vida dela realmente complicada, pois essa amizade faz com que ela deseje ousar ser ela mesma, enfrentar a vida.
    Agora, Audrey precisará decidir: cuidar de sua família especialmente de seu irmão ou continuar sonhando com a vida que tanto deseja?
    Mentiras Como o Amor é deslumbrante e de partir o coração. É o novo romance de Louisa Reid, a autora aclamada de Corações Feridos.

    Audrey se muda com sua mãe e seu irmãozinho para a Granja e tal mudança é uma promessa de recomeço para os três. Por se sentir culpada por todos os problemas da família, como o acidente na antiga casa e a separação dos pais, ela faz de tudo para manter uma vida normal e fazer seu irmão, Peter, feliz. E na nova cidade acaba conhecendo Leo, seu novo vizinho. 

    Ele é um jovem que vive sem o carinho dos pais, que estão sempre em busca da perfeição da vida profissional. Mas graças a amizade de Leo, que é um dos poucos na escola que não a chama de louca, Audrey passa a querer cada vez mais experimentar uma vida da qual ela nunca teve, uma vida normal. Mas se sente presa por não conseguir se desprender de sua família e seguir seus sonhos ao mesmo tempo. Todos esse conflitos, somados aos ataques da “Coisa” deixam a vida de Audrey cada vez mais complicada.

    Resenha: O Duelo dos Imortais (Deuses do Egito 0.5)


    Antes que Lily e Amon se encontrassem, antes mesmo que o caos dominasse o cosmos e os deuses precisassem de três irmãos corajosos para combater o mal, muita coisa já estava em jogo. Em O duelo dos imortais, vamos conhecer a história dos quatro irmãos que assistiam, com seus poderes especiais, o grande Amon-Rá no governo da Terra:
    Osíris, o generoso deus da agricultura, que ajuda os mortais a crescer e prosperar em seu ambiente natural.
    Ísis, a linda deusa da criação, que promove a saúde e o bem-estar.
    Néftis, a doce vidente, que mantém o equilíbrio entre os seres vivos e o universo.
    E por último Seth, o mais jovem, que cresceu desprovido de poderes e desprezado por todos.
    Quando, finalmente, os poderes de Seth se manifestam, que efeito sobre a humanidade terá a perigosa mistura de uma infância marcada pela rejeição, uma intensa paixão não correspondida e o incrível poder de desfazer coisas, pessoas... e até deuses?

    A série Deuses do Egito criado pela nossa querida Colleen Houck se tornou uma das minhas favoritas da vida, eu sei que tem leitores que não gostaram do segundo livro, eu não achei ele lá essas coisas, mas também não foi algo que eu odiei. Nesse precursor da nossa tão querida série, conhecemos mais a fundo os deuses que já apareceram nos outros livros e como suas ações desencadearam a realidade na qual Lily, Amon e seus irmãos se encontram.

    Esse livro tem um foco especial na relação de Seth, deus da destruição, com seus irmãos, ele é o mais novo dos irmãos e por isso seus poderes demoraram a aparecer, mas enquanto ele crescia ele via seus irmãos impressionado seu pai com as coisas que podiam fazer e ficou com inveja, ele queria a atenção, queria ser capaz de fazer as mesmas coisas que seus irmãos.

    Resenha: Origem

    De onde viemos? Para onde vamos?
    Robert Langdon, o famoso professor de Simbologia de Harvard, chega ao ultramoderno Museu Guggenheim de Bilbao para assistir a uma apresentação sobre uma grande descoberta que promete "mudar para sempre o papel da ciência".
    O anfitrião da noite é o futurólogo bilionário Edmond Kirsch, de 40 anos, que se tornou conhecido mundialmente por suas previsões audaciosas e invenções de alta tecnologia. Um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard, há 20 anos, agora ele está prestes a revelar uma incrível revolução no conhecimento... algo que vai responder a duas perguntas fundamentais da existência humana.
    Os convidados ficam hipnotizados pela apresentação, mas Langdon logo percebe que ela será muito mais controversa do que poderia imaginar. De repente, a noite meticulosamente orquestrada se transforma em um caos, e a preciosa descoberta de Kirsch corre o risco de ser perdida para sempre.
    Diante de uma ameaça iminente, Langdon tenta uma fuga desesperada de Bilbao ao lado de Ambra Vidal, a elegante diretora do museu que trabalhou na montagem do evento. Juntos seguem para Barcelona à procura de uma senha que ajudará a desvendar o segredo de Edmond Kirsch.
    Em meio a fatos históricos ocultos e extremismo religioso, Robert e Ambra precisam escapar de um inimigo atormentado cujo poder de saber tudo parece emanar do Palácio Real da Espanha. Alguém que não hesitará diante de nada para silenciar o futurólogo.
    Numa jornada marcada por obras de arte moderna e símbolos enigmáticos, os dois encontram pistas que vão deixá-los cara a cara com a chocante revelação de Kirsch... e com a verdade espantosa que ignoramos durante tanto tempo.

    Se eu falar que nunca tinha tido contato com a escrita do Dan Brown antes eu estaria mentindo, eu já tentei ler dois livros do autor: Fortaleza Digital e Ponto de Impacto, mas infelizmente não consegui ir adiante com nenhuma das duas leituras. Mas para a minha alegria, consegui ter em mãos o mais novo lançamento do autor, que é com um protagonista que já tem certa fama e que eu estava bem ansiosa por conhecer.

    O livro tem como protagonista o notável Robert Langdon (protagonista de Anjos e Demônios, Código da Vinci...) e ele está na Espanha a convite de um ex-aluno, que se tornou uma das mentes mais brilhantes que o mundo já viu, ele promete fazer um anuncio que ira mudar a vida de todos, e também negar tudo o que as religiões vem pregando desde o inicio dos tempos. Esse anuncio era tão importante e perigoso que o aluno de Robert  é assassinado no meio de sua apresentação e acaba não revelando sua descoberta, agora Robert e Ambra Vida, diretora do museu, tem que correr contra o tempo para decifrarem qual era a descoberta de Edmund Kirsch, antes que ela se perca para sempre.

    Resenha: Irmãos de Sange (Trilogia A Sina dos Sete #1)

    A misteriosa Pedra Pagã sempre foi um local proibido na floresta Hawkins. Por isso mesmo, é o lugar ideal para três garotos de 10 anos acamparem escondidos e firmarem um pacto de irmandade. O que Caleb, Fox e Gage não imaginavam é que ganhariam poderes sobrenaturais e libertariam uma força demoníaca.
    Desde então, a cada sete anos, a partir do sétimo dia do sétimo mês, acontecimentos estranhos ocorrem em Hawkins Hollow. No período de uma semana, famílias são destruídas e amigos se voltam uns contra os outros em meio a um inferno na Terra.
    Vinte e um anos depois do pacto, a repórter Quinn Black chega à cidade para pesquisar sobre o estranho fenômeno e, com sua aguçada sensibilidade, logo sente o mal que vive ali. À medida que o tempo passa,
    Caleb e ela veem seus destinos se unirem por um desejo incontrolável enquanto percebem a agitação das trevas crescer com o potencial de destruir a cidade.
    Em Irmãos de Sangue, Nora Roberts mostra uma nova faceta como escritora, dando início a uma trilogia arrebatadora em que o amor é a força necessária para vencer os sombrios obstáculos de um lugar dominado pelo mal.

    Eu sempre ouvi as pessoas falando maravilhas dos livros da Nora Roberts e também tenho que dizer que a mulher escreve muito, foi quase impossível escolher por onde eu iria começar a acompanhar a autora, mas acreditem, eu não poderia ter escolhido trilogia melhor.

    Nesse primeiro somos apesentados a Caleb, Fox e Gage, três amigos que nasceram no mesmo dia e tornam-se irmãos de sangue na noite em que fazem dez anos. Nesse dia eles foram se aventurar na Pedra Pagã as escondidas pois é um lugar amaldiçoado para os habitantes da cidade de Hawkins Hollow. E lá, eles acabam por despertar uma força desconhecida que os concede capacidades não humanas e dias de pesadelos na cidade a cada sete anos.