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  • Resenha: Os Quase Completos


    O Quase Doutor é um renomado cardiologista que passa os dias em um hospital, mas no fundo é um artista frustrado. A Quase Viúva é uma professora que está de licença do trabalho para ficar com o noivo, em coma após um grave acidente. O Quase Repórter é um jornalista decepcionado com a profissão que sofre há mais de um ano pelo suicídio da esposa. A princípio, a única coisa que essas pessoas têm em comum é a sensação de incompletude e de desilusão com a vida.
    Até que, um dia, o Quase Doutor é persuadido por um velho desconhecido a embarcar com ele em um ônibus rumo a uma jornada para se reconciliar com seu passado. Logo a viagem se transforma em uma aventura extraordinária e, em meio a fenômenos como uma chuva de estrelas cadentes, ele precisa fazer escolhas que mudarão seu destino para sempre.
    Enquanto isso, eventos misteriosos levam a Quase Viúva a suspeitar que alguém dentro do hospital quer matar seu noivo e uma pesquisa minuciosa do Quase Repórter revela que sua esposa pode ter sido assassinada. Quando os dois tentam descobrir a verdade sobre seus amados, tudo leva a crer que a resposta está dentro do ônibus do Quase Doutor.
    Reunidos num lugar que nunca imaginaram existir, os três serão forçados a enfrentar seus maiores medos e verão que, para se tornarem completos, precisarão encarar a batalha mais difícil de todas: aquela que travamos com nós mesmos.

    Quando eu solicitei o "Os quase completos" eu já esperava uma história que iria me cativar e me fazer refletir, afinal na própria sinopse você já fica impactado.

    No livro conhecemos a história de vários personagens diferentes, temos uma quase viuvá, um quase repórter e um quase doutor, todos de certa forma incompletos, seja pela falta de alguém que amam ou pelo fato de que estão infelizes com sua vida atual. Eu particularmente acredito que a historia seria muito mais dinâmica e surpreendente se você souber o menos possivel dela, então não vou entrar em detalhes na historia.

    A jornada interior deles é o que mais se destacou no livro, eles estavam infelizes com o modo que viviam a vida, mas estavam em uma comodidade tao grande que não davam um passo para mudar. De certa forma eu me identifiquei muito com todos os personagens, mas principalmente, com o quase artista. Ele tinha uma carreira sólida na medicina, mas seu sonho sempre foi se tornar um artista. Por obra do acaso ou do destino ele embarca em um ônibus com outras pessoas que estão em uma situação parecidas com ele e passa a questionar tudo o que ele viveu até agora.

    "Nunca se limite ao "quase". Não há nada mais deprimente do que beirar um sonho e jamais alcança-lo. A arte é o que te completa. O que te preenche. Isso quer dizer que se você escolher ser um "quase artista", você sempre será um "quase completo". E, seno um "quase completo", você será sempre um quase feliz."

    A escrita do autor é intensa e deliciosa, a cada pagina novas coisas aconteciam. De maneira geral o livro me agradou muito e me trouxe profundas reflexões, mas em alguns momentos eu senti que o autor se perdeu um pouco já história, ela acaba indo por rumos que eu não imaginava e que em alguns momentos não fazia muito sentindo, mas no final tudo se encaixou e a historia caminhou para um desfecho que me marcou bastante. 

    Quantas vezes nos sentimos satisfeitos com um quase? Com quase ter tirado um dez na prova, com um quase namorado, uma quase faculdade que você queira ou até mesmo com quase amigos?

    Por muitos momentos nos satisfazemos apenas com isso, seja por medo de perder algo ou apenas por comodidade mesmo, esse livro é um verdadeiro tapa na cara das pessoas que deixam as coisas quase completas, como eu. Com certeza é uma leitura que me marcou muito e que eu recomendo.

    "O grande defeito dos seres humanos está em ter mais medo de alcançar seus sonhos do que vontade de conquistá-los.


    Resenha: A Duquesa Feia


    Como ela ousa achar que ele a ama, quando Londres inteira a chama de Duquesa Feia?
    Theodora Saxby é a última mulher com quem se poderia esperar que o lindo James Ryburn, herdeiro do ducado de Ashbrook, se casasse. Mas depois de um pedido romântico feito na frente do próprio príncipe, até a realista Theo se convence de que o futuro duque está apaixonado.
    Ainda assim, os tablóides dizem que a união não durará mais do que seis meses.
    Em seu íntimo, Theo acredita que os dois ficarão juntos para sempre até que ela descobre que o que James desejava não era seu amor, mas seu dote.
    E a sociedade, que primeiro se chocou com seu casamento, se escandaliza com sua separação. Agora James precisará enfrentar a batalha de sua vida para convencer Theo que ele amava a patinha feia antes que ela se transformasse em cisne. E Theo logo descobrirá que, para um homem com alma de pirata, vale tudo no amor – e na guerra. 

    Eu já tive a oportunidade de ler um livro da Eloisa James e foi justamente o livro anterior dessa série e posso dizer que mais uma vez a autora me surpreendeu com a sua escrita e sensibilidade ao tratar de assuntos que muitas vezes machucam muitas pessoas. 

    No A Duquesa Feia conhecemos a história de Theodora Saxby, ou somente Daisy, que é como James a chamava, seu querido amigo de infância e única pessoa que a conhecia como ninguém. Ela é diferente das outras moças de sua idade, enquanto elas estão preocupadas em se manter na linha, delicadas e arrumar um bom partido, Daisy quer chamar a atenção e com isso conseguir o olhar de um certo cavalheiro em especial. 

    O pai de James vendo que Daisy estava em época de se casar, pressiona o filho a pedir a mãe dela em casamento, já que eles estão praticamente falidos pois ele gastou quase toda a fortuna da família e Daisy não conseguiria nada melhor, por ser considerada a patinho feio da temporada. Mas James não faria algo como se casar por dinheiro, faria?

    Resenha: A Luz Que Perdemos



    Lucy e Gabe se conhecem na faculdade na manhã de 11 de setembro de 2001. No mesmo instante, dois aviões colidem com as Torres Gêmeas. Ao ver as chamas arderem em Nova York, eles decidem que querem fazer algo importante com suas vidas, algo que promova uma diferença no mundo.

    Quando se veem de novo, um ano depois, parece um encontro predestinado. Só que Gabe é enviado ao Oriente Médio como fotojornalista e Lucy decide investir em sua carreira em Nova York.
    Nos treze anos que se seguem, o caminho dos dois se cruza e se afasta muitas vezes, numa odisseia de sonhos, desejo, ciúme, traição e, acima de tudo, amor. Lucy começa um relacionamento com o lindo e confiável Darren, enquanto Gabe viaja o mundo. Mesmo separados pela distância, eles jamais deixam o coração um do outro.
    Ao longo dessa jornada emocional, Lucy começa a se fazer perguntas fundamentais sobre destino e livre-arbítrio: será que foi o destino que os uniu? E, agora, é por escolha própria que eles estão separados?
    A Luz Que Perdemos é um romance impactante sobre o poder do primeiro amor. Uma ode comovente aos sacrifícios que fazemos em nome dos ­nossos sonhos e uma reflexão 
    sobre os extremos que perseguimos em nome do amor.

    Sabe aquele livro que antes mesmo de ler a primeira pagina você já sabe que vai se emocionar muito e chorar? Esse é um daqueles livros.

    A Luz Que Perdemos conta a história de Lucy e Gabe, que se conhecem na faculdade em que estudavam em Nova Iorque, no dia do atentado terrorista de setembro de 2001. O livro é narrado por Lucy em segunda pessoa, onde ela conta seu ponto de vista como se escrevesse um diario endereçado a Gabe, relembrando desde os meses que passaram juntos até 17 anos depois do primeiro encontro.

    Após se conhecerem, ambos começam um relacionamento que marca os dois por toda a vida. Contudo, a diferença de perspectiva e dos planos ´para o futuro faz com que Lucy e Gabe se penguntem se estavam preparados para deixar seus sonhos para continuar juntos. E os dois decidem que não poderiam deixar toda a carreira e planos de lado.

    Conforme avançamos a leitura, é perceptivel que o termino do relacionamento abalou bastante Lucy, que parece não ter se recuperado mesmo depois de anos. Já Gabe parece ter usado as frustrações do rompimento como inspiração na sua carreira de fotojornalista no Oriente Médio. 

    Resenha: Querido Dane-se Kéfera Buchmann

    Olá pessoal, voltamos hoje com essa resenha incrível sobre este livro que eu, particularmente, gostei bastante. Querido Dane-se, da famosa youtuber Kéfera Buchmann, que nos mostra seus dotes como atriz, e agora também como escritora. Este livro não é como seus dois primeiros exemplares publicados, desta vez ela se aventurou em um romance, uma trama bem atual, com uma pitada de drama e muito humor.




    O livro retrata a história de Jussara (Sara), uma mulher de 26 anos, costureira, que trabalha em um ateliê. Ela sonha em fazer seus próprios modelos e criar sua própria marca. Em meio a história, ela entra em vários conflitos consigo mesma quando Henrique (seu namorado), decide terminar o relacionamento por meio do Whatsapp. Sofrendo por ainda amá-lo, sentindo que o tempo está passando rápido demais, e que deveria estar a caminho de um futuro casamento, até no máximo os seus 30 anos, Sara entra em parafuso e começa a fazer terapia para tentar lidar com tudo isso e seguir em frente, a terapeuta sugere que ela faça um diário para escrever sobre o seu dia, expressar seus sentimentos e assim ela faz. Mas o que ela não esperava, era reencontrar o ex e ter que conviver com ele diariamente em uma situação em que ela jamais imaginaria.


                                      " Oi Diário, "Querido" é o Cac*#@*"


    A história gira em torno de poucos personagens, sendo os principais Jussara (Sara), Henrique e Denise. E os secundários: Helena Bissot, Gio Bresser e Matheus.

    Jussara se mostra como sendo sempre muito engraçada e fazendo piadas de si própria o tempo todo, mas, ao mesmo tempo, é também uma mulher carente, insegura, que não conhecia os próprios gostos e não sabia ficar sozinha. Henrique, por sua vez, não teve um destaque tão grande assim na trama, apesar de se mostrar um cara legal e até bem romântico, mas que, posteriormente, deu mostras de ser muito ambicioso e interesseiro. Denise, a melhor amiga de Jussara, era sempre muito preocupada e dava muitos conselhos a amiga, inclusive sobre a importância de ela se sentir bem consigo mesma e ser feliz sozinha antes de embarcar em um relacionamento atrás do outro.

    Helena Bissot, chefe de Jussara, era egoísta e focada apenas no trabalho, queria ver o crescimento de sua marca, não se importando com seus funcionários e o desenvolvimento deles. Gio Bresser, uma socialite rica e poderosa, mas com um coração incrível, que viu em Jussara uma excelente profissional e um futuro potencial pro mundo da moda, não mediu esforços para ajudá-la. E por fim Matheus, um verdadeiro "príncipe encantado", muito doce gentil e atencioso, fica completamente apaixonado por ela. Mas Sara enfim percebe que o que ela precisa é se conhecer primeiramente, antes de embarcar em uma nova paixão. 




    O livro é bem envolvente, com uma pegada bem jovem e com sacadas bem irreverentes e típicas da autora. O foco do livro gira em torno do auto conhecimento, relacionamentos e realização profissional. Adorei a capa, bem moderna e em tons chamativos, folhas amareladas e envelhecidas, fonte grande e de agradável leitura, a edição também ficou ótima! É um livro bem objetivo bem dinâmico, do jeito que eu gosto.


    Eu indico este livro para quem gosta de histórias que motivam e nos deixam alguma lição, algo que nos faça refletir sobre a nossa própria vida, isso é incrível! Venha se aventurar nesse romance, e se identificar com essa protagonista tão peculiar e tão real ao mesmo tempo. Com um final inesperado e uma mensagem para nos fazer refletir. O quanto você se conhece?


    " Quem é você Sara?"

                                                     
    Editora: Paralela || Autora: Kéfera Buchmann || Páginas: 224 || Onde comprar || Skoob

    Top 05: Filmes e séries para as férias

    Oi, pessoal, Tudo bem?
    Eu sou tão enrolada que nem vou pedir desculpa pelo meu sumiço, a vida ta corrida, mas nunca pensem que eu esqueci de vocês. Alguns já entraram de ferias, outros só mais pra frente, mas o importante é que se tudo der certo elas vão acontecer e todos vão aproveitar. E nada melhor do que assistir ótimos filmes e séries durante essas semanas incríveis, então eu fiz uma listinha com as minhas cinco indicações.

    1- Marlon 



    Essa é uma série do gênero comedia que é bem gostosa de se assistir, ela conta atualmente com duas temporadas de dez episódios e cada episodio tem cerca de 20 minutos, sendo que a primeira se encontra disponível na Netflix. Ela nos apresenta a Marlon um youtuber que adora pregar peças na sua ex-mulher, mas apesar de fazer isso os dois são muito amigos e tentam criar seus dois filhos da melhor maneira. É uma série que eu super recomendo para quem gosta de algo mais leve para passar a tarde ou o sábado a noite.