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  • Crítica: Feud - Bette & Joan


    "Joan Crawford (Jessica Lange) e Bette Davis (Susan Sarandon) são dois nomes muito conhecidos, não somente por suas carreiras nas telonas, mas também pela lendária rivalidade que existe entre elas. Desavenças à parte, as duas resolveram se unir em 1962 para estrelar em um filme, que mais tarde seria aclamado pelas críticas. A tensão entre as duas, no entanto, é só um exemplo do que há nos bastidores. O mundo dos famosos é ainda mais agitado."

    Feud é a mais nova antologia criada por Ryan Murphy, famoso pela criação de outras séries como American Horror Story, Glee, Scream Queens, e mais recentemente American Crime Story.

    Ryan Murphy pretende retratar "tretas" entre pessoas famosas ao longo das temporadas. Em sua primeira temporada, a história retratada é a famosa tensão entre as atrizes Bette Davis e Joan Crawford.

    O primeiro fato interessante desta história é que ela não existe com a intenção de inocentar uma delas ou condenar outra. Os fatos são apresentados de uma maneira essencialmente imparcial e as duas personagens são acima de tudo muito humanas.

    Resenha: Despedida de Solteira (Amande)



    Amande estava com tudo pronto para o seu casamento: buffet completo, salão de festa, garçons, fotógrafos, igreja, iluminação, filmagem, cerimonial, decoração, convites, vestido, maquiagem, depilação... Ela tinha absolutamente tudo sob controle. Ou melhor, quase tudo...
    Sequer havia cogitado uma despedida de solteira!
    Guiadas pelas suas amigas - e madrinhas -, Amande descobrirá que nem tudo acontece como o planejado.




    Para quem ainda não sabe, eu sou apaixonada na escrita da Mila, ela com certeza é uma das minhas autoras favoritas. O primeiro contato que tive com a escrita dela foi quando ela postava O Safado do 105 no Wattpad, desde então eu venho acompanhando a autora e tudo que ela lança entra para a minha listinha de desejados, e vocês não imaginam o quanto eu fiquei feliz quando recebi o Despedida de Solteira como cortesia da editora Qualis.

    No livro nos conhecemos a Amande, uma mulher de 27 anos que é toda certinha, ela tem a vida toda sob controle e não gosta de imprevistos ou surpresas. Ela está de casamento marcado com João Pedro, seu namorado desde quando ela era jovem, e por mais que o relacionamento deles seja um pouco distante, já tenha caído na rotina e as amigas não concordem com o casamento, Amande está decidida ir até o fim.

    Resenha: Joyland


    Carolina do Norte, 1973. O universitário Devin Jones começa um trabalho temporário no parque Joyland, esperando esquecer a namorada que partiu seu coração. Mas é outra garota que acaba mudando seu mundo para sempre: a vítima de um serial killer.
    Linda Grey foi morta no parque há anos, e diz a lenda que seu espírito ainda assombra o trem fantasma. Não demora para que Devin embarque em sua própria investigação, tentando juntar as pontas soltas do caso. O assassino ainda está à solta, mas o espírito de Linda precisa ser libertado — e para isso Dev conta com a ajuda de Mike, um menino com um dom especial e uma doença séria.
    O destino de uma criança e a realidade sombria da vida vêm à tona neste eletrizante mistério sobre amar e perder, sobre crescer e envelhecer — e sobre aqueles que sequer tiveram a chance de passar por essas experiências porque a morte lhes chegou cedo demais.

    Um garoto com o coração partido no verão 1973, um parque de diversões e um mistério.

    Joyland é mais um livro do aclamado por muitos (quase todos creio eu) Stephen King, e eu como fã incondicional desse homem não posso falar muito sem parecer loucura de fã, mas ele arrasa em tudo que escreve e com Joyland não foi diferente.

    Esse não é um livro de terror que fique claro desde já, ele me parece mais um mistério policial com um dedinho só no sobrenatural bem de leve, quem não curte terror pode ler sem medo, temos um fantasma na historia, mais não é nada que te faça perder o sono e olhar embaixo da cama antes de dormir com medo.

    Como na maioria dos livros do King ele nos leva pra uma época diferente neste caso os anos 70, o que pra nós que não vivemos essa época é fascinante por si só, considerando que no meu caso os anos 90 foram bem diferentes.

    Revista Conexão Literatura: Edição de Maio

    Olá, pessoal. Tudo bem?
    Hoje eu venho apresentar para vocês a nova parceira do blog que é a Conexão Literatura. A revista já está em sua 23 edição e nela encontramos vários artigos, entrevistas e dicas culturais muito interessantes. Toda mês tem uma edição nova e na de Maio conhecemos a Carolina de Jesus, que tem uma historia emocionante e inspiradora.




    Para conhecer um pouco mais sobre esse projeto incrível é só acessar ao site e/ou a pagina no Facebook e não deixe também de baixar a edição de Maio, é inteiramente de graça! 

    Espero que vocês tenham gostado.
    Um grande abraço e até a próxima. 

    Apresentação: Estante Cultural

    Olá, pessoal. Tudo bem?
    Eu não sei vocês, mas eu sempre gostei de conhecer novas culturas através dos livros, sejam elas como plano de fundo ou até como o tema principal. E querendo relacionar isso com o blog, eu resolvi criar uma coluna para indicar livros que falam sobre diferentes culturas, além de fazer resenhas e apontar toda as características presentes nos livros, também irei fazer posts especiais com dicas de filmes ou livro mais técnicos.

    Nesse primeiro post eu trago para vocês cinco dos livros que eu irei resenhar durante o projeto, a maioria é de fantasia, mas também irei trazer historias de outros gêneros.



    Os Imortais de MELUHA, primeiro volume da Trilogia SHIVA, é mais um lançamento da nVersos Editora e marca o início da história de Shiva, um homem que viveu cerca de 4.000 anos atrás, cujas aventuras eram tão grandiosas que as pessoas começaram a pensar nele como um Deus. A terra de Meluha, criada por um dos maiores monarcas, Lorde Rama, é um império cercado de perigos e ameaças, como a extinção do rio Saraswati reverenciado pelo povo, e que agora está lentamente secando. Eles também enfrentam ataques terroristas devastadores vindos do leste, a terra dos Chandravanshis. Para complicar ainda mais as coisas, estes parecem ter se aliado aos Nagas, uma linhagem de verdadeiros guerreiros que vivem à parte da sociedade em razão de suas deformidades físicas. A única esperança para os Suryavanshis é uma antiga lenda: Quando o mal atinge proporções épicas, quando tudo parece perdido, quando parece que os teus inimigos triunfaram, um herói vai emergir. Shiva é um rústico imigrante tibetano ou realmente esse herói? E afinal, ele quer ser esse herói? Desenhado de repente ao seu destino, por dever, bem como pelo amor, vai Shiva levar a vingança Suryavanshi e destruir o mal? Este é o primeiro volume da trilogia sobre Shiva, o homem simples cujo carma o transformou em o Deus dos Deuses.